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22
Abr
11

 

 

 

 

Acabei agora de anunciar no fórum que tinha acabado de escrever! E é verdade… esta série que tantas saudades que me irá deixar e pelas histórias que nela introduzi! Bom saber que tive sempre o apoio de pessoas fantásticas que agradeço tanto mas tanto do fundo do meu coração e a minha imaginação também :P!

Podem é não acreditar mas a série ia no 30º capitulo e eu a pensar: - Mas que raio ei eu de escrever nos agradecimentos? Bem… se fosse o João da minha série seria uma coisa prática e rápida… tal com gosto:P, afinal fui eu que o criei… a Alice já teria algum cuidado. Já a Ana e o Pedro queriam algo mais desenvolvido.

 

Em primeiro lugar á Nathaly, Kiara e Mr.Lis por terem feito e participado nesta série com os seus sims que várias fezes apareceram e ambos foram importantes na história e nos traileres que apareciam. E também claro pelo apoio que me deram no fórum com o ritmo da Kiara que eu podia estar no capítulo 32 e ela no 7 que lia tudo de uma vez e fazia uma opinião do caraças (desculpa esta expressão mas de facto eu adorava hahaha e era impressionante como vos consegui tocar e como fiz pessoas comoverem-se com esta história o que para mim é fabuloso). Á Nathaly pelas suas opiniões e criticas que eu tanto amava e pelo comentário que ela me deu que eu verdadeiramente adorei!

 

Ao Tudy que acompanhou como pode a série fazendo também comentários que me faziam sempre pensar!

 

Ao Desidério que sempre me apoio para cada passo que eu desse e que precisasse de uma opinião dele, ele a daria e também pelo bom amigo que é ao logo de estes quase 2 anos em que não me arrependo de o ter conhecido ;)!

 

Os vossos comentários eram sensacionais e espero que o continuem a ser e não parabéns só por isso mas pela amizade que me dão J!

 

A minha melhor amiga espectacular a Cátia que acompanhou como pode dando também a história á mãe dela… o que me fez ficar super feliz por a minha história agradar a todas as idades e bem… a felicidade não escolhe idades… xd

 

Apesar de ter mais 50000 coisas para dizer por parte da minha cabeça e do meu coração não consigo expressar mais… vocês sabem que vos adoro e que adoro também todos os outros leitores que não se identificam sim… porque mais de 10000 visualizações não aparecem sozinhas e bem…. SEJAM FELIZES!

 

Uma notazinha final: Dedico esta história a todos vocês, a todos os meus amigos! Muito obrigado.

publicado por Diogo Simões às 15:53

Parte 2

 

****

2 Semanas Depois

****

Ana

Todos estes 15 dias tinham passado a correr. Nem acreditava em tudo o que tinha acontecido.

Finalmente era hoje o dia de ir buscar o meu namorado e finalmente poder voltar a sentir os lábios dele encostados aos meus enquanto me diz que me ama e que não ia aguentar perder-me e… que a primeira prova tinha sido passada.

Olhei para o pulso que tinha o relógio que ele me tinha oferecido nos primeiros anos de namoro e faltavam 10 minutos para as 16:30. Ele ia ter alta às 17 horas. Tinha de me despachar.

Ia a sair de casa para entrar no carro de Pedro que me tinha deixado as chaves enquanto dormia com Alice no sofá enrolados como um só e comtemplei-os pensando que ambos tinham uma grande sorte.

Alice mexeu-se e vi rapidamente que João a puxou para junto dela e voltaram a adormecer.

Fechei cuidadosamente a porta, peguei no carro e sai em direcção ao hospital em busca do meu amor.

Estacionei o carro e parei em frente ao hospital olhando para o relógio. Faltavam 5 minutos.

Apressei-me a sair do carro e entrei naquele espaço que agora se encontrava mais calmo.

- Ele já está a sair – informou-me uma enfermeira que pelo meu tempo no hospital já me conhecia.

As portas do corredor que dava acesso á UCI abriram-se e Pedro saiu de lá com a sua mochila às costas.

- Amor! – Corri na sua direcção e abracei-o.

- Au – arquejou ele com um sorriso – só daqui a 8 dias estou oficialmente bem.

- Então?... Não te posso tocar?

Ele olhou para mim com uma cara pensativo e disso.

- Penso que não.

Ele sorriu depois de ver a minha cara de admiração e beijou-me na testa.

- Anda, vamos para casa! Não quero ver mais este sítio nos próximos tempos.

 

****

Pedro

 

- É melhor preparas-te.

Ele arquejou as sobrancelhas e olhou ainda mais para mim.

- A tua mãe está a preparar-te uma surpresa.

- A sério?

- Então… supostamente estás… a empatar-me?

- Não! Vamos já para casa! Está tudo pronto.

 

****

Acendi as luzes e recuei dois passos atrás quando ouvi a alto e bom som a palavra:

- Surpresa!!!!

A sala estava cheia de balões incluindo uma tela que dizia: Bem-vindo Pedro!

A minha mãe olhava para mim com uma criança ao colo que calculava que fosse o meu irmão.

A minha memória foi levada para anos atrás em que a minha mãe agarrava na minha irmã acabada de nascer: Alice.

A minha mãe sorriu apercebendo-se do que estava a pensar e fui ter com ela.

Abracei-a e dei um beijo ao meu irmão acabado de nascer.

- Afinal de contas quem é o pai dele?

Todos os convidados começaram a servir-se e a minha mãe puxou-me.

- Depois falamos melhor! Mas não é nada de preocupante não te preocupes… agora só tens de pensar em ser feliz! Tu e a tua irmã.

Ana acenou-me com a cabeça assim que olhei para ela. E dizendo-me com os lábios: amo-te.

A minha vida tinha dado uma grande volta. Gigante mesmo. O Natal era daqui a 4 dias e iria passar já com uma família e estávamos felizes e todos já de boa saúde e agora… tínhamos de aproveitar a felicidade e tudo o que a vida nos tinha para dar.

Infiltrei-me na festa e conhecia o resto dos meus familiares que deitavam lágrimas assim que me viam tanto a mim como á minha irmã!

Eu estava feliz…

 

 

Fim

publicado por Diogo Simões às 15:46

 

 

Olá a todos! Este é o ultimo capítulo que dividi em 2 partes tal como expliquei no capítulo anterior! Ambas as partes serão lançadas hoje ( a 1ª agora) e a 2ª mais para a tarde seguindo-se dos Agradecimentos! Não deixem de acompanhar!

 

                  

            Grande Festa

 

 

****

Alice

A alegria que sentia neste momento era enorme, capaz de dar a todas as pessoas… agora só faltava saber o que se passava por detrás das portas da sala de operações. Os médicos entravam e saiam e não podendo estar com o meu irmão por estar a fazer os exames a ver se nasceu bem e assim não paro de olhar para a porta… á espera que um médico saia e que diga: - Tudo correu bem!

João partira á momentos depois de ter ligado á mãe e agora só esperava que não fosse voltar para casa. Precisava dele aqui.

A porta de entrada abriu-se e ele entrou no hospital abrindo os braços.

Corri na sua direcção e aconcheguei-me junto dele.

- O meu irmão já nasceu!

Ele sorriu e beijou-me na testa.

Ficamos assim juntos durante algum tempo.

- Anda, vamos dar o fora daqui. Precisas de descansar.

Sabia que ele tinha razão embora que não suportava a ideia de deixar ali o Pedro e sem eu saber o que ali estava a acontecer.

- Anda! A Ana também já foi para casa dormir… tu ainda não comeste nada.

- Está bem – acabei por dizer- mas não demoramos muito.

Ele sorriu-me e penteou-me o cabelo pondo-o atrás da orelha.

Passeamos pelas ruas e depois chegamos a casa. A casa da minha mãe… que me tinha dado as chaves para se quisesse descansar.

João deitou-se no sofá e chamou-me para perto dele.

Deitei-me também e ele apertou-me contra o seu tronco.

- A única coisa que quero és tu e o bem da tua família.

- Também eu – sussurrei.

Virei-me para ele dando uma grande volta no sofá e fiquei de frente para ele e pousei a cabeça no peito dele.

Ele tirou-me a camisola e eu não reagi… simplesmente não conseguia depois beijou-me. Correspondi embora sem a emoção que lhe queria passar.

- Desculpa-me. Sou parvo.

- É natural. A tua testosterona está a “enervar-se”.

Ele sorriu e disse:

- Ela que se inerve que eu espero o tempo que for necessário até ambos estarmos prontos!

Ele levantou-se cuidadosamente e desdobou o cobertor e colocou-o por cima de nos e adormecemos os dois juntos… tal como nos filmes… tal como se fosse uma vida perfeita…

 

****

Acordei sobressaltada e os olhos castanhos do meu namorado olhavam-me sorrindo e tocando no meu nariz com a ponta do dele.

- Porque olhas para mim?

- Porque és linda.

- Deixa-te disso.

- Porque te amo.

- João…

- Porque não te quero perder.

- Mas tu nunca me vais perder.

Lembrei-me onde estava e levantei-me devagar vestindo a camisola que me tinha tirado á minutos… minutos… espera ai!

- Que horas são?

- Dormiste só 2 horas…

- Só?

- Sim… eu pelo contrário estive sempre a observar-te.

- Parvo – ri e atirei-lhe uma almofada.

 

****

O hospital estava de novo cheio. Ana veio ter comigo com um sorriso na cara e já sem maquilhagem.

- A operação correu bem!

 

(1x46 - Grande Festa -  22-04-2011) - Parte 2 - Fim Final Alternativo

Agradecimentos - (depois da Parte 2)

publicado por Diogo Simões às 08:31
21
Abr
11

 

 

 

 

Olá a todos! Queria dizer que estes finais alternativos não serão acompanhados de imagens para vos deixar recriar o momento tal e quanl como gostariam que fosse visto que o Sims nao me deixa "manipular" correctamente e assim deixar-vos a voces e depois digam-me o que acham! O capitulo 1x46 ( continuação final alternativo) será dividido em 2 partes mas nao por ser muito grande mas para voces tambem descansarem embora que seja lançado no mesmo dia mas em periodos de tempo diferentes!

 

                   

            Chegada de Novo Membro

 

 

O desejo que tinha pedido a noite passada tinha-se tornado realidade. Nem acreditava.

- Podes ir – tinha-me dito o médico – mas é melhor voltares logo.

Sorri e depois sai pela porta onde Ana me aguardava.

- Quero-te ao pé de mim – disse-me ela.

- Nem sabes o quanto te desejo.

 

****

Entramos pelo quarto a dentro e estávamos muito felizes por Kiara estar a trabalhar e só voltar às 18h e á Alice que estava a dar um passeio de barco com João.

Coloquei-a contra a parede e beijei-lhe o pescoço enquanto lhe tirava a blusa e depois o sutiã. Ela contribuiu e tirava-me a camisola onde agora era visível uma cicatriz, a cicatriz da operação.

Beijei-lhe com todo o meu amor e ela também assim o fez.

Deitámo-nos devagar em cima da cama onde o calor, adrenalina e paixão combinavam de uma maneira estonteante fazendo-nos arquejar de prazer que nos proporcionavam.

- Amo-te tanto – sussurrei-lhe.

Ela arquejou e depois disse o mesmo:

- E eu a ti e nunca te vou deixar.

 

****

Tinha passado muito depressa aquele momento de amor. Depressa por não saber se teria outra oportunidade.

- Ana – disse – estou a sentir-me mal.

- Como? O que sentes?

- Custa-me respirar. Ajuda-me.

Vi os olhos delas encherem-se de lágrimas e desejava que tudo isto não fosse nenhum “sinal”.

 

****

Joana

 

- Tenha calma. Daqui a uma hora já está ca fora – dizia-me a enfermeira como se fosse a primeira vez que ia ter um filho.

Bolas… as contracções tinham começado.

 

****

Ana chamou rapidamente a ambulância e telefonou logo á Alice ao que Ana lhe dizia para ir direita para o hospital.

- Parece que a tua mãe também vai dar á luz.

- Que bonito! – Pensei sabendo que adorava lá estar presente e que provavelmente este dia ficaria para a história.

Os paramédicos entraram pelo apartamento a dentro enquanto Ana ligava a chorar para Kiara.

- A Kiara já se está a meter no carro – disse-me a sorrir – vai tudo correr bem.

 

****

Ana

E esperava e acreditava mesmo nisso! Olhei para os olhos azuis dele e lembrei-me no dia em que os vi, pela primeira vez. O meu primeiro e único amor da minha vida e assim queria que continuasse.

Ele punha um sorriso na cara enquanto me apertava a mão e dizia repetitivamente que tudo iria correr da melhor maneira.

Meti-me dentro da ambulância que partia em direcção ao hospital a alta velocidade enquanto via os paramédicos trocarem impressões e olharem para mim com um “olhar de pena”.

Vi a maca entrar no gigantesco corredor enquanto eu ficava aqui á espera.

 

****

 Pedro

 

A minha respiração acelerava e estabilizava… e neste momento só esperava que tivessem conseguido um pulmão porque apesar de já ter pensado bastante no assunto ainda não me sentia á vontade para ir…

A maca parou e só ouvi o médico dizer:

- Vamos anestesiar-te. Não vais sentir nada.

Não sabia o que aquela frase queria dizer pelo qual acenei e desejei que tudo corresse bem para poder ter a família reunida.

A agulha penetrou na minha pele e senti um arrepio: - Como eu odiava seringas, sempre tinha feito birras para as levar!

O líquido percorreu o meu corpo e os meus olhos pesaram e por fim fecharam-se num son…

 

****

Alice

 

Nem acreditava que num carto o meu irmão estava a ser operado… e com o receio que corresse mal e no outro a minha mãe a dar á luz. Era bizarro de mais.

O meu coração acelerou e tive mesmo que me “agarrar” á cadeira para não cair no meio do chão.

- Estás bem amor? – Inquiriu João pegando-me pela cintura. – Encosta-te a mim.

Uni-me a ele e abracei-o.

- Tenho medo.

- Não tenhas meu amor. O teu irmão é forte, já passou por muita coisa e a tua mãe… a tua mãe já teve 2 filhos e um desses é uma rapariga maravilhosa… com certeza que não vai haver problemas.

Abracei e esbocei um sorriso.

Ia tudo correr bem e dentro de horas a nossa família ia ser numerosa…

A enfermeira chegou-se ao pé de nos o que fez Ana que estava sentada a contemplar o céu escuro daquele Inverno vir ter connosco.

- Ele já nasceu!

 

(1×46 -Grande Festa – 22-04-2011) – Parte 1

(1×46 - Grande Festa - 22-04-2011) – Parte 2

publicado por Diogo Simões às 09:03
20
Abr
11

 

                

            Despedida como um “bem-vindo”

 

 

****

Ana

 

Não e não era as palavras que mais dizia depois de me ter desfeito em lágrimas:

 

 

 

 

- Lamentamos, mas não trazemos boas noticias.

Vi-a a “brincar” com as mãos com sinal de nervosismo e talvez medo.

- Ele morreu! Não havia nada que pudéssemos fazer. Fizemos tudo o que estava ao nosso alcance.

- Não, não pode ser! Deixe-me vê-lo! – Exclamava ainda não acreditando nas palavras da enfermeira.

Caí no chão assim que ela repetiu o que tinha dito e o chão ficou rapidamente cheio de água proveniente das minhas lágrimas.

Lembrei-me da noite passada em que estava agarrada ao corpo quente dele enquanto me dizia que amava. Ele já sabia que não ia ter transplante.

Tal com no hospital, agora agarrava-me ainda mais á ideia de ter o corpo dele colado ao meu com verdadeiras almas gémeas.

- Menina Ana? – Inquiriu um médico.

- Sim sou eu – assoei o nariz e limpei rapidamente a cara – que quer de mim?

- A D. Joana quer vê-la.

Assenti com a cabeça e segui o médico.

Entramos no corredor e depois no quarto 420 e entrei.

 

 

 

 

- Ela está á sua espera.

Entrei pelo quarto e estava ela agarrada ao seu filho.

Joana viu-me a aproximar e mostrou-me a criança.

- Ana… - pronunciou a chorar- … este é o Pedro.

Olhei para aquela criança amorosa e depois para os olhos que eram iguaizinhos ao do irmão. Não conseguindo evitar chorei e abracei aquela criança:

- Olá Pedro – murmurei.

 

****

2 Semanas Depois

****

Alice

 

Olhava agora com mais atenção para uma foto que tinha com o meu irmão quando tínhamos ido esquiar pela primeira vez e ambos caímos um em cima do outro.

Rimo-nos tanto que a segunda e terceira queda eram previsíveis.

A minha mãe mandou fazer um medalhão e andava com ele ao pescoço com a foto do meu falecido irmão, o meu novo irmão e a minha mãe que já não conseguia viver sem ela.

Pedro tinha-me prometido várias vezes que seriamos felizes e de facto cumpriu a promessa e onde ele estivesse estaria feliz. Os olhos do meu novo irmão é que eram inquietantes fazendo-me acreditar que talvez o meu irmão estivesse lá.

 

 

 

 

O funeral era daqui a umas horas e lembrei-me rapidamente da conversa que tínhamos tido a semana passada:

- O vosso irmão queria que não chorássemos por ele pois queria que fossemos todos felizes. Pediu que se houvesse e agora é lógico, queria que fossemos com as nossas roupas normais pois é assim que ele quer recordarmo-nos. Como pessoas felizes e amadas! – Ana sentou-se por fim e assentimos com a cabeça imaginando o meu irmão dizer isto.

- Nunca te quero perder – disse assim que João me pegou pela cintura.

- Nem eu a ti. – Colou o nariz no meu ombro e beijou-o com delicadeza.

Deitamo-nos na cama e adormeci em cima do peito dele que respirava suavemente e me deixava tranquila… Por momentos lembrei-me o que causara este problema ao meu irmão.

João deve ter sentido logo assim que comecei a chorar em cima da sua t-shirt ficara molhada. Colocou a mão por cima da minha cabeça e puxou-me para perto dele beijando-me.

Abraçou-me e adormecemos…

 

****

- Ana, sempre vais cantar aquela música?

- Não sei se tenho coragem…

 

 

 

 

- Não vai estar lá muita gente – Joana chegou á sala e pousou Pedro Júnior (nome que Joana tinha dado sabendo perfeitamente que era impossível substituir filhos) – a igreja que arranjamos foi onde me casei pela segunda fez e até fui lá com a Alice – vi-a olhar para mim e acenti sorrindo- infelizmente entrou em obras á 15 dias e não podíamos prevenir mas o padre disse que ia arranjar uma coisa rápida.

- Não está a 100%, mas podes cantar. Já te ouvi cantar a música e gostei muito… Parece mesmo ela.

- E o meu filho também iria gostar.

Pedro Júnior chorou e sorrimos…

 

****

Ana

 

 

 

 

Todos tínhamos feito e respeitado a ultima vontade do meu namorado. Não sabia como iria ser a minha vida daqui para a frente mas ele estaria sempre no meu coração… e de todos nós.

Subi para o pequeno “palco” que tinham montado e para esconder que meios o chão preto em que ainda não tinha sido substituído e todos olharam para mim e sorriram para que continuasse.

Pedro Júnior chorou e rapidamente comecei a cantar fazendo-o acalmar e cantando com o coração para aquelas pessoas e para o meu amado Pedro…

 

 

 

 

Hurt (Em Busca da Felicidade) Final Video (1x46) from Diogo Simões on Vimeo.

 

 

 

Temos de aproveitar todos os minutos...

Porque quando a felicidade surge... temos de a aproveitar

 

Em Busca da Felicidade

 

Fim

 

Final Alternativo

(1X45 – Chegada de Novo Membro- 21-04-2011)

(1×46 - Grande Festa - 21-04-2011) – Parte 1*

(1×46 - Grande Festa -  22-04-2011) – Parte 2*


publicado por Diogo Simões às 11:56
19
Abr
11

                    

            Pedro “Júnior”

 

 

O desejo que tinha pedido a noite passada tinha-se tornado realidade. Nem acreditava.

- Podes ir – tinha-me dito o médico – mas é melhor voltares logo.

Sorri e depois sai pela porta onde Ana me aguardava.

- Quero-te ao pé de mim – disse-me ela.

- Nem sabes o quanto te desejo.

 

 

 

 

 

****

Entramos pelo quarto a dentro e estávamos muito felizes por Kiara estar a trabalhar e só voltar às 18h e á Alice que estava a dar um passeio de barco com João.

 

 

 

 

Coloquei-a contra a parede e beijei-lhe o pescoço enquanto lhe tirava a blusa e depois o sutiã. Ela contribuiu e tirava-me a camisola onde agora era visível uma cicatriz, a cicatriz da operação.

Beijei-lhe com todo o meu amor e ela também assim o fez.

Deitámo-nos devagar em cima da cama onde o calor, adrenalina e paixão combinavam de uma maneira estonteante fazendo-nos arquejar de prazer que nos proporcionavam.

 

 

 

 

- Amo-te tanto – sussurrei-lhe.

Ela arquejou e depois disse o mesmo:

- E eu a ti e nunca te vou deixar.

 

****

Tinha passado muito depressa aquele momento de amor. Depressa por não saber se teria outra oportunidade.

- Ana – disse – estou a sentir-me mal.

- Como? O que sentes?

- Custa-me respirar. Ajuda-me.

Vi os olhos delas encherem-se de lágrimas e desejava que tudo isto não fosse nenhum “sinal”.

 

****

Joana

 

 

 

- Tenha calma. Daqui a uma hora já está ca fora – dizia-me a enfermeira como se fosse a primeira vez que ia ter um filho, pena que ainda não tivesse nome mas haveria de ter um nome que seria recordado por todos.

Bolas… as contracções tinham começado.

 

****

Pedro

 

Ana chamou rapidamente a ambulância e telefonou logo á Alice ao que Ana lhe dizia para ir direita para o hospital.

- Parece que a tua mãe também vai dar á luz.

- Que bonito! – Pensei sabendo que adorava lá estar presente e que provavelmente este dia ficaria para a história.

Os paramédicos entraram pelo apartamento a dentro enquanto Ana ligava a chorar para Kiara.

- A Kiara já se está a meter no carro – disse-me a sorrir – vai tudo correr bem.

 

****

Ana

 

 

 

 

E esperava e acreditava mesmo nisso! Olhei para os olhos azuis dele e lembrei-me no dia em que os vi, pela primeira vez. O meu primeiro e único amor da minha vida e assim queria que continuasse.

Ele punha um sorriso na cara enquanto me apertava a mão e dizia repetitivamente que tudo iria correr da melhor maneira.

Meti-me dentro da ambulância que partia em direcção ao hospital a alta velocidade enquanto via os paramédicos trocarem impressões e olharem para mim com um “olhar de pena”.

Vi a maca entrar no gigantesco corredor enquanto eu ficava aqui á espera.

 

****

 Pedro

 

Nem acreditava que isto estava a ser tão rápido. Fez-me lembrar a conversa que tivera ontem com o médico.

- Por favor. Deixe-me sair só esta noite. Quero estar com Ana e a minha mãe… - esta ultima parte ainda me era estranha a dizer mas era a verdade apesar de na realidade não tencionar passar o dia com ela.

- Mas sabes que estas num alto risco. Nós não encontramos pulmão para ti …

- Eu sei disso. Mas já que não posso continuar a ser feliz ao menos dê-me esta oportunidade. Pode ser muito bem a última que tenho.

Ele olhou para mim já para negar quando implorei.

- Por favor. Ninguém ficará a saber disto.

- Muito bem… - hesitou – mas só tens UMA noite!

 

****

Joana

 

- Está quase, está quase! – Repetia a enfermeira quando as contracções já eram de enorme esforço.

Neste momento pensei no Pedro. Que ele podia estar mal, ou que podia não sobreviver e fez-me querer poder recuar no tempo e não deixar os meus filhos ao abandono e tê-los levado comigo e termos construído uma grande vida. Cheia de felicidade. E agora estávamos separados e eu sem ter uma oportunidade para lhe explicar tudo como deve de ser.

Lembrei-me no dia em que vi os seus olhos azuis quando a enfermeira mo colocou no colo e depois eu amamentei-o. Tinha sido um momento mágico que qualquer mãe deseja…

 

****

Pedro

 

- Ele está a ir-se – consegui ouvir um médico dizer.

- Não conseguimos fazer mais nada doutor! – Exclamou uma médica.

Os meus olhos humedecerem e pensei em todas as pessoas que me tinham sido queridas: Kiara, João, a minha namorada inesquecível Ana e a minha irmãzinha, a Alice.

Fechei os olhos e “adormeci”!

 

 

 

 

 

****

Joana

 

Ele abriu os olhos e acordou para o mundo com ums olhos azuis fazendo-me lembrar o Pedro. Pedro? Como estaria ele? Tinha tido um pressentimento muito forte quando esta lindíssima criança com os seus olhos azuis saiu para o mundo.

- Como está o meu filho?

Os médicos olharam-me e um outro médico entrou na sala e coloco-me a mão em cima do ombro.

- É melhor descansar.

- Como está o meu filho!? – Supliquei.

- Ele… morreu… lamento – disse o médico com os olhos a cintilarem.

Abracei o meu milho recém-nascido e olhei para os seus olhos azuis fazendo-me lembrar ainda mais de Pedro.

- A que horas morreu? – Perguntei, sabendo que era uma pergunta parva.

- Á cerca de 2 minutos. Hora em que nasceu a criança.

Era um recomeço. Para voltar a fazer tudo de novo.

- Vais chamar-te Pedro meu filho, e serás muito feliz junto da mama.

As lágrimas brotaram dos meus olhos e aqueles olhos pestanejaram para mim.

- Amo-te e sempre continuarem a amar-te apesar dos poucos momentos passados contigo meu Pedro.

 

1X46 – Despedida como um “bem-vindo” 20-04-2011 » FINAL

 (+vídeo)

Final Alternativo

 

(1X45 – Chegada de Novo Membro- 21-04-2011)

 

(1×46 - Grande Festa – 21-04-2011) – Parte 1*

(1×46 - Grande Festa -  22-04-2011) – Parte 2* - Final

 *sujeito a alterações

 

publicado por Diogo Simões às 09:52
18
Abr
11

        

Mãe

 

 

****

As máquinas já davam sinais. O barulho era já reconhecido.

Estava ansioso por não saber nada da minha mãe á tanto tempo… mas… só agora reparara que estava sonhar!

Ao pensar fiquei sentado automaticamente numa sala preta com uma luz amarela ao fundo. Sinceramente não fazia a mínima ideia porque raio tinha aparecido a luz mas estava confortável.

 

 


 

Comecei a acordar abrindo lentamente os olhos e a minha visão detectou logo presenças no quarto.

Alice, Ana, João e uma mulher que desconhecia e uma enfermeira que me desligava das máquinas. Pelos vistos tinha de fazer isto todos os dias. Era ridículo mas não era eu que mandava.

A enfermeira olhou para mim e sorriu assim que me viu pestanejar repentinamente para “assimilar” tudo.

- Mano? – Alice aproximou-se de mim e colocou a mão na minha cabeça e puxou-me levemente o cabelo o que me fez despertar completamente e como gostava que ela fizesse.

- Sim, sou eu! – Exclamei enquanto tentava levantar-me.

- Temos uma surpresa para ti – sorriu e trouxe a mulher que antes não conseguira identificar e agora ficara visível.

 

 

 

 

 

- Mãe!? – Balbuciei, chocado com o que via! Finalmente estava a ver a minha mãe.

- Sim filho – disse chorando – estamos todos aqui. Eu já cá estou.

 

****

- Já sabemos onde eles estão!

- Onde?

- No hospital!

 

****

- Não fales – acatei a ordem da minha mãe pois a respiração custava-me.

- Mano, a mãe está grávida.

Esta situação era horrível, em vez de sermos pessoas normais que deviam agora estar a conhecer os pais estava acamado e com a vida por um fio.

Acenei com a cabeça.

- Com é que está o estado dele.

- Ligamos agora as máquinas – explicava o médico á minha mãe – as emoções podem ter grande impacto.

- Isso significa ….

- Calma, a senhora não se pode enervar, vai ter o filho daqui a nada.

- Sim mano. A mãe vai dar um mano, vai nascer amanha.

- Amanha? – Perguntei sorrindo.

- Sim meu filho e desculpa-me. Eu já expliquei tudo á tua irmã.

Acenei com a cabeça e ela beijou-me a testa.

- Podem-me deixar a sós com o meu filho por um momento?

Todos acenaram e Alice veio ter comigo e beijou-me também a testa.

 

 

 

 

Saíram e a minha mãe puxou uma cadeira e sentou-se.

- Nem sabes a saudades que tinha… De ti especialmente… Foste o nosso primeiro filho e depois a tua irmã tão pequenina quando tudo aconteceu – disse derramando lágrimas que chegavam á minha mão.

- Não se preocupe – disse arrependido por ter falado na terceira pessoa – Não te preocupes – corrigi.

Ela olhou para mim e, com as forças que eu ainda tinha levantei-me e abracei-a feliz por ter encontrado a felicidade novamente apesar de antes também a ter mas esta… esta era diferente.

Deitei-me novamente com um sorriso na cara tal como a minha mãe que me lembrara agora repentinamente do nome! Joana. E ainda era bela, tal como a recordara da minha escassa infância com ela.

- D. Joana! Agora o Pedro precisa de descansar! Se não de importar.

- Claro, afinal também tenho de vir para cá ainda hoje.

- Sim, o D. Jorge quer falar consigo por causa disso.

- Muito bem – a minha mãe mas sem antes me dar um grande beijo na testa. – Amanhã falamos melhor meu filho!

Vi-a sair juntamente com a enfermeira.

Olhei á volta á procura de alguém quando Ana apareceu.

 

 

 

 

- Olá meu amor! – Aproximou-se e beijou-me e eu correspondi!

- Amo-te tanto! Não te quero perder…

- Não digas isso. E se me perderes por ire … - fez uma pausa e depois olhou-me nos olhos – saberás que sempre te amarei.

- Promete-me só uma coisa…

- Sim.

- Não fiques triste e não chores por mim! Quero ver-te feliz e pensa nos nossos momentos juntos de quanto foram especiais para nós.

Ela olhou-me com os olhos já iluminado e com lágrimas já prontas a sorrir quando lhe coloquei um dedo no lábio e beijei-lhe desejando poder ter mais uma noite com ela…

 

 

 

 

 1X45 - Pedro “Júnior” - 19-04-2011

  1X46 - Despedida como um “bem-vindo” 20-04-2011 » FINAL

 

 

Final Alternativo

 

(1X46 - 21-04-2011)*

(1x47 - 21-04-2011)*

 

 

 

publicado por Diogo Simões às 09:41
17
Abr
11

         

“- Minha filha.”

 

 

****

João

 

 

 

 

Nem queria acreditar no que estava a ver. A mulher era belíssima e com uma cara super simpática.

Ela abriu totalmente a porta e olhou para nos e por fim para Alice que estava já com uma lágrima a escorrer pela face.

- Entre, por favor – disse a mulher chocada mas ao mesmo tempo com um ar de satisfação.

Entramos na casa e olhamos em volta a observar a casa.

- Eu sou o João – apresei-me a apresentar.

- Eu sou a Ana – disse – a namorada do Pedro.

A cara da mulher iluminou-se mais ficando com uma cara de compaixão enorme.

 

****

Alice

 

- E eu sou a …

- Alice.

Olhei para ela com um ar de espanto mas dentro de mim transbordava de felicidade por ter encontrado a minha mãe fazendo desaparecer todas as preocupações e de que a polícia andava atrás de nós.

Ela indicou-nos a sala e nós sentámo-nos tal como ela.

- Sou a Joana!

Simplesmente não consegui aguentar e saltei do sofá e fui abraça-la e ela retribui-me o abraço e encostou-me mais a ela.

- Minha filha.

 

 

 

****

Pedro

 

Sentia que alguma coisa tinha acontecido! Aquele aperto no peito que tanto me acompanhava e que agora protestava. Algo tinha acontecido.

Uma enfermeira entrou e despi a camisola.

- Vou-te dar este analgésico para minimizar as tuas dores.

Sim, agora estava com dores e quando me contraia era como uma queda terrível do 25 andar! Isto era um exagero mas só para terem uma breve ideia.

Deitei-me na cama, sim, pelos vistos tinha direito a cama e não a maca e adormeci…

 

 

 

****

Alice

 

- Porque não nos procurou? – Inquiri ainda a chorar.

Ela olhou para mim também a chorar e começou a falar.

- E eu fiz isso… mas dissera-me que estavam adoptados…

- Isso foi á quanto tempo?

- Á uns anos…

- E não quis saber de nós? – Tinha levantado um pouco a voz mas neste momento não sentia raiva, não era capaz.

- Claro que o fiz, mas quando soube isso não procurei mais. Queria que fossem felizes e não acabar naqueles casos de televisão de pais biológicos á luta com os adoptivos! Só vos ia prejudicar e só queria a vossa felicidade.

 

 

 

 

Aquelas palavras eram verdadeiras. Eu conseguia sentir isso.

- Depois… – continuo – o vosso pai morreu. Uma doença pulmonar matou-o. Nós tivemos-vos muito cedo, mas o amor nunca nos separou nem às saudades que tínhamos de vocês. Todos os dias nos perguntávamos sobre como vocês poderiam estar e quando conseguimos esta casa e uma vida estável, e antes claro, de o vosso pai morrer… - uma lágrima escorreu-lhe pela face reparando assim nos seus olhos que eram parecidos com os meus – pusemos os melhores detectives e então fomos informados que tinham sido adoptados! Agora soube pelas notícias que estavam fugidos mas nenhum dos meus detectives conseguiu informações e por isso lembrei-me de uma carta que tinha enviado para a Sandra e pensei que me iriam encontrar…

- E aqui estamos mas…

 

 

 

 

- Disse que o seu marido morreu de uma doença pulmonar…

- Sim, cancro do pulmão. Ele era médico aqui no quartel e ouve um ataque á uns anos depois de nos mudarmos para cá e antes de ter esta casa que isso aconteceu. A ciência assim o explicou.

- O Pedro!!!

- Sim, onde é que ele está? Tenho tantas saudades dele! O meu filho mais velho - disse agarrando-se a uma medalha que tinha ao pescoço!

- Ele está no hospital! Precisa de um pulmão para sobreviver.

 

1X44 - Mãe - 18-04-2011

1X45 - Mãe - 19-04-2011

1X46 - Pedro “Júnior” - 20-04-2011

 1X44 - Despedida como um “bem-vindo” - 21-04-2011 » FINAL

 

Final Alternativo

 

(1X46 - 22-04-2011)*

(1x47 - 22-04-2011)*

 * sujeito a alterações

 

 

publicado por Diogo Simões às 15:19
07
Abr
11

        

Conhecer

 

 

 

Olhava para a janela contemplando o horizonte que não tinha fim. Pena que a minha vida fosse ter um tão rápido.

Ainda a semana passada estava numa casa rodeada de pessoas e agora estava aqui, também rodeado por pessoas mesmo assim não era a mesma coisa. E encontrar os meus pais estava cada vez mais perto e eu nem sequer podia ir. Possivelmente seria mais a minha mãe a ir ver-me… estava mais ciente disso…

- Pedro? - Perguntou-me Kiara tirando-me do meu momento de reflecção – Desculpa se interrompi o teu momento mas vais arrumar as tuas coisas? Queres ajuda?

- Sim, mas não – disse dirigindo-me para a porta – não preciso de ajuda – afirmei sorrindo.

- Então quando estiveres pronto diz, está bem! Estarei aqui.

- Muito obrigado Kiara. Não sei o que faríamos sem ti.

- Não me precisas de agradecer.

Ela abraçou-me num abraço reconfortante que me fez lembrar bons momentos colocando-me um grande sorriso na cara.

Sai da sala e dirigi-me para o quarto onde comecei a tirar o que era mais importante. Começando por uma foto de grupo.

 

 

 

 

 

****

Alice

 

Estando Inverno era horrível o calor que se fazia sentir. Mas lá estava, estávamos numa cidade completamente diferente.

Olhava-mos para o mapa ainda a tentar perceber para que direcção havíamos de ir.

- Está ali um polícia – afirmou João fazendo o meu estômago retorcer-se - não te preocupes meu amor. Eu vou lá. – Beijou-me e tirou-me o mapa das mãos.

 

 

 

 

Esta tarde estava a ser difícil. Estávamos fartos de andar e mesmo com o mapa (e com este calor que dificultava tudo) as ruas pareciam todas iguais.

João falava a sorrir com o polícia enquanto este apontava em varias direcções e ele acenava com a cabeça com ar de compreensão.

- Não o percas rapariga – disse-me Ana juntando-se aos “meus pensamentos” (que não eram bem pensamentos) – Sabes que és como uma irmã para mim. Quero o teu bem tal como o teu irmão.

 

 

 

 

Lembrei-me de como estaria Pedro e o esforço que ele fizera para estarmos todos hoje aqui.

- Eu sei. E tu a minha. – Sorri e respondi á pergunta – E não tenciono perde-lo. Amo-o tanto que acho que se perder o meu irmão (e peço ajuda a todas as forças da mundo para que isso não aconteça – pensava eu) só ele me vai conseguir apoiar.

Vi-a acenar com a cabeça e depois olhar para ele que vinha na nossa direcção com um ar sorridente.

- Já sei onde é!

 

****

Pedro

 

Estacionou o carro e tirei a minha mochila e sai do carro vendo Kiara trancá-lo e depois pôs-me a mão nas costas em sinal que avançasse-mos.

 

 

 

 

Entrei com confiança no hospital pois sabia que ia sair desta e iria estar daqui a uma semana em casa a “curtir” a vida tal como devia ser feito. Estar com a minha namorada, aturar a minha irmã que tanto amava, o próprio João que era engraçado, a Kiara, que era uma amiga que sempre iria recordar e quem sabe se também a conhecer os meus pais.

Kiara abriu-me a porta logo depois de ter falado com a enfermeira e entrei e percorri os vários corredores e depois subi de elevador até ao piso 5 onde me alojei nos primeiros quartos. Tinha uma bela vista pela cidade e neste momento estaria a minha irmã a encontrar os nossos pais e eu desejoso de poder lá estar.

 

****

Alice

 

- Agora viramos á direita – prosseguia João olhando para o mapa embora que quase já não fosse necessário – Ana, pára. Agora é para ali – disse apontando para um cruzamento que existia no meio da rua.

Este momento até era bom para distrair mas queria saber como é que o meu irmão estava e prometera a mim mesma durante todo o caminho que mal estivesse com os nossos pais seria a primeira a dizer.

Imaginava-o na sua gargalhada e depois Ana interrompeu-me os pensamentos.

- Bem, parece que chegamos.

O meu coração bateu rapidamente comtemplando com curiosidade e espanto o edifício que estava á minha frente.

 

 

 

 

Entramos ao mesmo tempo que uma família saia feliz com os seus filhos ao colo e carregamos no elevador.

- Qual é o andar? – Inquiriu o meu namorado.

- Certo! – Vasculhei pelo bolso onde encontrei a fotocópia toda dobrada e abria-a – 7º - afirmei.

O elevador fechou as portas e subimos rapidamente mas para mim parecia mais uma eternidade.

O elevador finalmente parou e saímos para um corredor bem iluminado e cheio de portas com os respectivos números.

- Ao que parece é a porta número 34.

Olharam os dois para mim em sinal que fosse eu a bater e assim o fiz.

Pisei o tapete e inspirei e expirei com calma enchendo novamente os pulmões.

Bati e depois acabei por tocar á campainha.

A porta abriu-se.

 

1X43 - " - Minha filha." - TBA

 

 
Vou disponibilizar-vos um final alternativo dests história apesar de o original sair primeiro e depois sim o final alternativo!
Espero que comprendam e que a ideia que tinha seria esta apesar de como ja disse a meio da série é que me decidi e por isso agora vos dou a possibilidade de escolher o "vosso" final e muito obrigado por me acompanharem nesta história que tem já com 5 meses! MUITO OBRIGADO! O MÉRITO É TODO VOSSO! 

publicado por Diogo Simões às 20:30
06
Abr
11

       

Mais uma vez!

 

 

 

 

 

- Temos mesmo de ir ao hospital?

- Pedro! O que tu tens é grave, podes morrer. Tens a consciência disso?

Sabia que ela tinha razão. Mas ao pensar nisso tirava-me toda a vontade de lá ir.

- Desculpa… Eu sei que estás a passar um mau bocado, mas tenta compreender que estamos todos preocupados e queremos o teu bem.

- Sim – acenei – eu sei!

Saímos de casa e fomos para a garagem de onde partimos de carro para o hospital.

Kiara de vez em quando olhava para mim para ver se me encontrava bem… e apesar de a conhecer á tão pouco tempo era como se fosse minha mãe e estava disposto a confiar nela até ao fim…

Ela parou o carro e saímos do mesmo em direcção ao hospital.

 

 

 

 

Entramos e sentei-me na sala de espera enquanto a via entrar por uma porta mas rapidamente sair dela com um médico.

- Pedro, este é o meu grande amigo Paul. Vamos ajudar-te.

 

****

Este stresse envolto dos irmãos era assustador. Era como se cada vez mais sentisse que eles estavam 2 ou 3 passos á frente dos nossos.

- Já temos mais alguma coisa?

- Ao que parece foram vistos a entrar numa livraria…

 

****

Ana

 

Everytime I try to fly

I fall without my wings

I feel so small

I guess I need you baby

And everytime I see you in my dreams

I see your face, you're haunting me

I guess I need you baby[1]

 

 

 

 

 

Sempre tivera jeito para cantar. Pelo menos era o que todos me diziam. Tinha até participado em vários coros e adorava especialmente esta música. O quanto eu necessito do meu amor para prosseguir com a minha vida. Só queria que ele estivesse bem…

Prosseguia-mos com o caminho até chegar á casa da mãe deles enquanto eu esperava que o meu Pedro sobrevivesse e ao pensar nisto uma lágrima deslizou pela minha face e lembrei-me de todos os momentos vividos com eles e acabei por deitar um grande sorriso.

- Porque se estão a rir? – Inquiri perguntado a Alice.

- O João contou uma anedota!

- A sério? Conta…

 

 

 

 

- “Um homem entra na farmácia e pergunta:

- Tem óculos?

- Para o Sol?

- Não, para mim!”

Rimo-nos todos e continuamos com a viagem.

 

****

Alice

 

 

 

 

 

Era bom ter estes momentos, mesmo assim saber no estado em que o meu irmão se encontrava partia-me o coração. Ele tinha feito tanto por mim…, por nós e agora não se podia “perder”!!! Era inaceitável…

Olhei novamente para a frente onde percorríamos as ruas com o cuidado para não sermos vistos pela polícia.

 

****

Pedro

 

- Já mandamos um alerta nacional que é o que costumamos fazer nestes casos. Acho que deves manter-te por cá… Não vás… ter algum acidente.

Rebaixei a cabeça e olhava para a primeira vez para o espaço onde me encontrava. O chão era de madeira e as paredes de um verde suave.

Encarei o médico nos olhos enquanto Kiara observava tudo e disse:

- Sim! É melhor.

Era difícil admitir mas concordava.

Acenei também com a cabeça.

- Estou disposto a tudo.

- Sim! Tu vais ver que vamos arranjar solução para ti.

Agradeci apertando a mão e eu e Kiara saímos para casa para avisar todos e preparar as coisas.

- Daqui a 3 dias terão noticias.



[1] Todas as vezes que eu tento voar

 Eu caio sem as minhas asas

Eu sinto-me tão pequena

Acho que preciso de ti, amor

E todas as vezes eu que te vejo nos meus sonhos

Eu vejo o teu rosto, tu estás-me a assombrar

Eu acho que preciso de ti, amor

 

1×42 – Conhecer - TBA

 

 

 

publicado por Diogo Simões às 19:20
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Muito obrigado, aproveito para dizer que este ano ...
esta mesmo bom! continua assim
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amei a historia, posso dizer que até chorei.princi...
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MUITO BOM!Isto deixa-me com uma vontade de ler mai...
OMG OMG OMG!!!!HAAAA!Agora quero mais! Posta rápid...
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